Feito na sexta-feira passada, o anúncio da venda (parcial) do Novo Banco ainda não está esclarecido, e são ainda muitas as perguntas a que o Executivo de António Costa não deu resposta.
Pedro Passos Coelho já desafiou o Governo e o Fundo de Resolução a explicar o motivo pelo qual apenas foi assegurada a venda de 75% do banco. A mesma pergunta foi repetida ontem por Maria Luís Albuquerque, estando ainda sem resposta. António Costa, confrontado com o assunto, desvia o assunto para a CGD e para o Governo anterior, e afirma que o comprador quis o Estado no banco para o “credibilizar”.
Ainda sem resposta, não convém esquecer que no Fundo de Resolução está também a CGD. E, tal como Pedro Passos Coelho já afirmou, se o sistema bancário não estiver em condições, no futuro, de colocar mais recursos no Fundo de Resolução, se houver essa necessidade, será o Estado a supri-la, e a desembolsar novos empréstimos.
António Leitão Amaro, deputado social-democrata, afirmou que “serão centenas de milhões de euros de perda para os contribuintes que é causada por este perdão e por esta renegociação que o Governo fez”, denunciou, depois de o atual Executivo ter revisto as condições do empréstimo do Estado ao Fundo de Resolução, realizado em Agosto de 2014. Por isso mesmo, o PSD já pediu à UTAO a avaliação destes custos.
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