“Qual é o montante e as garantias” associados à alienação do Novo Banco e “quais as condições e qual o custo para os contribuintes”, são as questões referidas por António Leitão Amaro, que o PSD pretende esclarecidas pelo Governo. O vice-presidente do grupo parlamentar pretende, ainda, que o Governo quantifique o perdão parcial da dívida, ao “estender” e baixar as taxas de juro ao empréstimo do estado ao Fundo de Resolução.
Tal como o vice-presidente do grupo parlamentar do PSD afirmou, o “dinheiro do Estado é dos portugueses, não é dos governos, e por isso o Governo tem o dever de prestar hoje cabal esclarecimento de todas as condições e termos que envolvam dinheiro do Estado, garantias ou empréstimos do Estado neste negócio de venda no Novo Banco.”
Os social-democratas querem um segundo esclarecimento. “Hoje”, afirmou o deputado António Amaro, o Governo terá de dizer quanto custa o perdão parcial de dívida relativamente ao empréstimo do Estado ao Fundo de Resolução.
“Ao ter decidido alargar prazos de pagamento e reduzir os juros pagos, o Estado e o Governo fizeram um perdão aos bancos. Depois disto, os bancos ficam a pagar aos contribuintes, ao Estado, um valor real e atualizado muito inferior do que o suportado pelos contribuintes”, explicou António Leitão Amaro, concluindo que “é inaceitável que o Governo tenha decidido dar um perdão relativamente ao valor real do empréstimo e o País ainda não saber este custo.”
Rui Rio recebido pelo Presidente da República
Leia mais
Rui Rio: desemprego desce à custa de baixos salários
Leia mais
Rui Rio: os madeirenses confiam “na competência de Miguel Albuquerque”
Leia mais
Rui Rio encontrou-se com membros do CEN da Madeira
Leia mais
Rui Rio: Governo atrasa resolução dos problemas da Madeira
Leia mais
Centro de Negócios da Madeira reveste-se de "importância capital"
Leia mais
Rui Rio recebeu Pedro Nascimento Cabral, candidato ao PSD/Açores
Leia mais