Hoje, entra em vigor mais um imposto que pesa no bolso dos portugueses: o novo imposto sobre os refrigerantes. O consumidor que opte por comprar uma garrafa de 1,5 litros de refrigerante paga mais 15 ou 30 cêntimos. Se comprar, por exemplo, uma lata da famosa Coca-Cola, pagará mais 5 cêntimos.
Todos os sumos (excluindo os néctares) vão aumentar de preço. O mesmo nas águas com aromas. E até as bebidas como a sidra e o hidromel. O consumidor vai também pagar mais imposto se for comprar um maço de tabaco: o preço pode aumentar até dez cêntimos.
Luís Montenegro denunciou que 2017 é o ano “de um aumento muito significativo da carga fiscal”. O líder parlamentar relembrou que “já pagamos mais quando abastecemos nos postos de combustíveis, já pagamos mais quando recorremos a alojamento local, já pagamos mais quando compramos automóvel e já pagamos mais quando circulamos na via pública”.
Parece exagero, mas não é. Este é o aumento de impostos do Governo de António Costa, que havia prometido a "reposição de rendimentos a todos os portugueses”:
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