Por Amadeu Albergaria
“Assistimos perplexos, chocados, ao colapso do Estado naquelas que são as suas funções de soberania segurança e defesa e uma fuga generalizada do executivo àquelas que são as suas responsabilidades.
Várias são as situações inéditas, no seu pior sentido e nas suas dramáticas consequências, que revelam que a um executivo não basta criar focus groups para decidir de acordo com a popularidade, vender promessas futuras não cuidando da realidade presente, da vida dos cidadãos e da boa gestão da administração e dos serviços públicos. Governar não é apenas gerir comunicação e expectativas, optar pelo mais fácil, mas decidir e fazer o que é correto.
A desresponsabilização política virou epidemia nos membros do Governo. Todos os dias temos situações inéditas… e inéditas, pela incompetência, têm sido as respostas. Infelizmente, a Educação, função social do Estado, não destoa deste descalabro da autoridade e é com preocupação que, com um Ministro que cauciona fraudes e injustiças para os alunos em nome da sua sobrevivência política, assistimos ao retorno do facilitismo e ao retrocesso no abandono escolar, reveladores de total ausência de rumo e estratégia na educação.”
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