“O único governo que fez cortes nas rendas excessivas da energia foi o governo de Pedro Passos Coelho. Rendas criadas pelos governos socialistas do Engenheiro Sócrates e onde participaram quase metade dos membros do atual Governo. Os cortes foram insuficientes? Claro que sim, porque ainda penalizam fortemente o rendimento das famílias e a competitividade das empresas”, afirma Luís Leite Ramos, vice-presidente do grupo parlamentar social-democrata.
O governo liderado pelo PSD implementou um pacote de medidas que levarão a uma redução significativa de custos do Sistema Eléctrico Nacional(SEN), aos consumidores, já próximo dos 4000 milhões de euros (Dívida tarifária; chegou a estar em 5000 milhões de euros), que se destina a assegurar uma trajetória de eliminação da dívida tarifária até 2020 e a limitar entre 1,5% e 2% por ano (acrescido de inflação) o aumento médio das tarifas aos consumidores.
O executivo anterior do PSD/CDS-PP traçou o caminho para que o SEN passasse a ser superavitário – o que terá já acontecido em 2016, graças às medidas do anterior Governo liderado por Pedro Passos – de forma a permitir eliminar, até 2020, a dívida acumulada até 2015, sem aumentos das tarifas, superiores a 2% (acrescido de inflação). Mas, para isso, é necessário que o atual Governo siga o caminho traçado.
“Continuamos a aguardar que o governo do Dr. António Costa faça alguma coisa neste domínio. Chegou o tempo de passar das palavras aos atos, da teoria à prática. E ninguém está em melhor posição para fazer cortes nas rendas excessivas da energia do que aqueles que as criaram, negociaram e implementaram”, remata Luís Leite Ramos.
As reformas do anterior governo na área da energia e das alterações climáticas permitiram atingir o valor de 62% de utilização de fontes energéticas renováveis na eletricidade e o nível mais baixo de dependência energética do exterior (71%) dos últimos 20 anos, colocando o País na lista dos dez países com melhor desempenho energético publicada pelo Fórum Económico Mundial.
Foi, ainda, o anterior governo quem extinguiu as tarifas reguladas de eletricidade e gás natural e estabeleceu tarifas transitórias, incentivando a passagem dos consumidores para o mercado.
Com a nova Lei de Bases do Setor Energético, o governo tornou todo o setor mais concorrencial e menos dependente dos subsídios do Estado.
Principais reformas do anterior governo no setor da Energia
Reforma no Setor Energético (setor elétrico e setor dos combustíveis)
Mobilidade Elétrica
Energias renováveis e eficiência energética
Valorização dos recursos geológicos e minerais
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