Uma visão lúcida da realidade e das perspetivas que se avizinham para o País impede-me de encarar 2017 com o otimismo que os discursos oficiais teimam em propagar. Gostaria de poder partilhar desse estado de espírito (que quase roça a euforia) se acreditasse que este novo ano trará, de facto, boas notícias para Portugal e para os Portugueses.